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LAFAIETENSE COM ORGULHO
CONSELHEIRO LAFAIETE COM ORGULHO
domingo, 20 de novembro de 2011
como dizia COCO CHANEL
Da Coco Chanel....
"Eu não entendo como uma mulher pode sair de casa sem se arrumar um pouco - mesmo que por delicadeza. Depois, nunca se sabe, talvez seja o dia em que ela tem um encontro com o destino. E é melhor estar tão bonita quanto for possível para o destino."
sábado, 5 de novembro de 2011
NÓS SOMOS DEUSAS
A política está tão repulsiva que vou falar de sexo.
Outro dia, a Adriane Galisteu deu uma entrevista dizendo que os homens não querem namorar as mulheres que são símbolos sexuais. É isto mesmo. Quem ousa namorar a Feiticeira ou a Tiazinha? As mulheres não são mais para amar; nem para comer. São para "ver". Que nos prometem elas,com suas formas perfeitas por anabolizantes e silicones? Prometem-nos um prazer impossível, um orgasmo metafísico, para o qual os homens não estão preparados... As mulheres dançam frenéticas na TV, com bundas cada vez mais malhadas, com seios imensos, girando em cima de garrafas, enquanto os pênis-espectadores se sentem apavorados e murchos diante de tanta gostosura. Os machos estão com medo das "mulheres-liqüidificador".
O modelo da mulher de hoje, que nossas filhas almejam ser, é a prostituta transcendental, a mulher-robô, a "valentina", a "barbarela", a máquina-de-prazer sem alma, turbinas de amor com um hiperatômico tesão. Que parceiros estão sendo criados para estas pós-mulheres? Não os há.
Os "malhados", os "turbinados" geralmente são bofes-gay, filhos do mesmo narcisismo de mercado que as criou. Ou, então, reprodutores como o Szafir, para o Robô-Xuxa. A atual "revolução da vulgaridade", regada a pagode, parece "libertar" as mulheres. Ilusão a toa. A "libertação da mulher" numa sociedade escravista como a nossa deu nisso: super-objetos.
Se pensando livres, mas aprisionadas numa exterioridade corporal que apenas esconde pobres meninas famintas de amor e dinheiro. São escravas aparentemente alforriadas numa grande senzala sem grades. Mas, diante delas, o homem normal tem medo. Elas são areia demais para qualquer caminhão. Por outro lado, o sistema que as criou enfraquece os homens que rabalham mais e ganham menos, tem medo de perder o emprego, vivem nervosos e fragilizados com seus pintinhos trêmulos, decadentes, a meia-bomba, ejaculando precocemente, puxando o sacos, lambendo botas,engolindo sapos, sem o antigo harme "jamesbondiano" dos anos 60.
Não há mais o grande "conquistador". Temos apenas os "fazendeiros de bundas" como o Huck, enquanto a maioria virou uma multidão de voyeurs, babando por deusas impossíveis. Ah, que saudades dos tempos das bundinhas e peitinhos" normais" e "disponíveis"... Pois bem. Com certeza a televisão tem criado "sonhos de consumo" descritos tão bem pela língua ferrenha do Jabor. Mas ainda existem mulheres de verdade. Mulheres que sabem valorizar o que tem "dentro de casa". E, acima de tudo, mulheres com quem se possa discutir uma música do Paulinho Moska ou de Ravel sem medo de parecer um "tio" ou "aquele cara metido a intelectual". Mulheres que sabem valorizar uma simples atitude, rara nos homens de hoje, como abrir a porta do carro para elas. Cartas (ou e- mails) românticos. Escutar no som do carro aquela fitinha velha dos Carpenters ou o Cd dos Carpenters (Kenny G já chega a ser meio breguinha... mas é bom !!), namorar escutando estas musiquinhas tranquilas. Penso que hoje, num encontro de um "Turbinado" com uma "Saradona" papo deve ser do tipo "meu professor falou que posso disputar o Iron Man que vou ganhar fácil.
Ah querido ... o meu personal Trainner disse que estou com os glúteos bem em forma e que nem vou precisar de plástica".
Para bom entendedor ... meia. E a música ?? Se não for o "último" "sucesso (????)" dos Travessos ou Chama-Chuva ... é BONDE DO TIGRÃO mulheres do meu Brasil Varonil!!! Não deixe que criem estereótipos!!
Não comprem o cinto de modelar da Feiticeira. A mulher brasileira é linda por natureza !! Silicone é para as americanas que não possuem a felicidade de ter um corpo esculpido por Deus e bonito por natureza. E se os seus namorados pedirem para vocês ficarem igual a feiticeira, fiquem ... a Feiticeira dos seriados de Tv. Façam-os sumirem !!!
ISTO É A MAIS PURA VERDADE
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
CARTA LINDA
Estou dizendo adeus,
mas na verdade eu queria mesmo era que você dissesse: Fica!
Queria ouvir você
dizer para eu não ir, mas não com frases ou pensamentos que a gente quando está
dominado pela emoção nem entende direito o que exatamente significam. Queria
que você dissesse que tem sede de mim e que o meu riso purifica o seu ar; que
tudo o que poderia dar errado continua podendo dar errado, mas que ao meu lado
essas coisas se tornam apenas detalhes; que você descobriu que ao meu lado pode
ser o menino que colhe frutas no pé, mas que também pode ser o homem que decide
um monte de coisa importante durante o dia. Queria que você dissesse pra eu
ficar por que meu brilho tem iluminado seus pensamentos e seu coração tem
agradecido por isso; que embora você sempre seja um entusiasta pela vida,
comigo isso tem se multiplicado; que depois que eu vim você se sente muito
maior e melhor. Ou então que você dissesse simplesmente que me ama, o que seria
motivo mais do que suficiente para que eu permanecesse por toda a sua vida. Isso
seria provavelmente tudo o que eu diria se você quisesse ir embora.
Provavelmente por que eu diria também que ver o seu despertar faz minhas manhãs
mais ensolaradas; que dividir com você a última barra de cereal a torna a mais
gostosa de todas, e que deitar à cabeça feito uma menina no seu colo faz com
que eu me sinta uma mulher muito mais completa.
Mas você não diz.
Então eu parto. Vou
em busca dos meus pedaços para remontar-me feito quebra cabeça bagunçado de
cinco mil peças. Vou tentando organizar pelos pedaços que ainda não se
misturaram, tentando substituir as peças dos sonhos pelas da realidade que a
vida me apresenta. Algumas, muito importantes, desapareceram, então, talvez eu
busque em outros lugares peças substitutas que se encaixem nestes espaços, e
queira Deus que elas sejam coloridas o suficiente para que eu sinta de novo o
pulsar da vida. Vou trocando uma a uma na precisão da minha boa vontade,
compreensão e amadurecimento. Nesse exercício vou entendendo que o que fez às
peças desbotarem e doer o coração não foi você partir, mas os sonhos que não
tiveram tempo para se tornarem reais; não foi tirar você da minha vida, mas
perceber que eu nunca estive na sua. Neste instante, quando eu pensei que não
iria conseguir, Deus me pegou no colo e me ajudou a substituir a peça mais
importante: você por mim
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
NEM TODO MUNDO VIVE NO PAÍS DAS MARAVILHAS
Deus tem participado ativamente da minha
vida e o que sinto é que ele é o meu porto seguro nessa caminhada, e
principalmente nas horas de tormentas. Afinal, quem não as tem?
Sei que ELE sempre esteve ao meu lado,
amparando e esperando o momento em que eu abriria meus sentidos para que
ele se manifestasse. Com os acontecimentos estou descobrindo que existe
uma grande diferença entre acreditar que DEUS está no comando e ter fé
de que ELE realmente comanda tudo. Isso trás uma sensação de calmaria
que nem sempre é fácil existir quando estamos tentando acabar com essas
guerras internas que se apoderam da gente quando temos que tomar
decisões que a principio parece querer tirar nosso chão. Conexão entre
Criador e Criatura para buscar o equilíbrio entre razão e emoção mesmo
sabemos que a emoção é feito vida correndo em nossas veias.
Geralmente não é fácil deixar para trás
sonhos e fantasias, mesmo as que você tenha sonhado sozinha. A
expectativa e a fé sobre acreditar que as coisas boas realmente virão
pode ser uma faca de gois gumes para aqueles que só percebem a própria
visão da situação. É preciso crer na sabedoria divina e que ele quer o
melhor, não importa o resultado. Se você fez a sua parte e seus sonhos
se realizaram, ótimo, corre e vai ser feliz, mas se você fez sua parte e
não se realizaram, é consolador pensar que DEUS está preparando coisa
melhor.
Perceber quando devemos sair de cena é
fundamental par mantermos a dignidade, a cabeça erguida e o coração
apenas arranhado. O que pode acontecer nesses casos é de nos tornarmos
um pouco mais frios, embora eu, por exemplo, já tenha passado por tanta
coisa e continuo um vulcão de emoções. Mas no fundo sei que alguma coisa
pode ficar um pouco mais triste. Porém, nada que possa tirar o brilho
de quem aprendeu a se virar do avesso em busca de autoconhecimento e
desenvolvimento do amor próprio.
Sair de cena é acordar para outra
realidade, para um novo recomeço, novas possibilidades e novos sonhos, é
abrir espaço para uma nova história. Como diz minha amiga Rê Bitar: Acorda Alice, você não está no País das Maravilhas. É, não estou, mas me recuso a viver sem acreditar que maravilhas existem, ah, e como existem
domingo, 28 de agosto de 2011
vamos tentar
Se olharmos um pouco para a história dos homens vencedores, encontramos ali um presidente Roosevelt, atacado de paralisia infantil, vivendo anos e anos quase sem saúde e dirigindo os Estados Unidos da América do Norte. Vemos Epicteto que foi escravo; Byron, que era coxo; Camões, cego e desterrado; Beethoven, surdo, cego e asmático; Walter Scott, coxo; Edison, surdo; Galileu, tendo consumido a vida em seus estudos de astronomia, de filosofia experimental, e sofrendo das infâmias da Inquisição, santo humilhado aos setenta e quatro anos de idade por nunca ter mentido; sábio que sentiu, dia a dia, sua vista apagar-se, ao compor suas "Tábuas dos Satélites de Júpiter". Terminou cego, mas trabalhou. Vemos Gustavo Coelho cego, e depois de cego conseguir descobrir a bússola mecânica. Goodrick foi surdo e mudo de nascença, mas pela História morreu aos 22 anos, abençoando sua desventura por ter visto as estrelas, contemplado a amplidão e revolucionado astronomia. Beethoven, surdo, escutava a harmonia das esferas, o hino dos astros! Sejamos assim! Abençoemos a dor, porque vivemos, porque amamos. Fechemos os olhos para contemplar a altura. O ideal seria vermos dentro de nós mesmos, como vemos, no espaço, astros, mundos, miragens, esplendores, condensando o infinito no coração. O sonho é o azul; a poesia é a asa.
Nós criamos em torno de nós um problema, e cada um de nós tem um problema em sua vida. Fica dentro de si como o peru dentro do círculo de giz; não atina como sair dele. Cada pessoa que me procura — acho interessante — tem um caso complicado como nunca em sua vida. Para cada um o seu é o mais complicado. Cada um tem, em torno de si, a idéia de que não pode resolver seus próprios problemas.
É preciso criar uma atitude mental forte, uma atitude mental capaz de vencer. Aconselho essa frase "Hei de vencer", mas não queiram usá-la na hora da angústia, na hora da dificuldade; não queiram usá-la para determinado fim, porque eu sei de uma mocinha que pegou o "Hei de vencer" na hora de fazer um exame e o pôs dentro do caderno. Pode ser que vença, não sei; mas não é isso o que aconselho. "Hei de vencer" é obrigatório diante de tudo, diante de todos os conflitos da vida. Eu venci, de qualquer forma, e não me digam que o meu caso é diferente, porque sei que em qualquer aspecto podemos vencer. Em toda a história da força de vontade, a página mais brilhante que conheço é a do "Abre-te, Sésamo", de Hellen Keller.
"Deslumbramo-nos. Abre-te, Sésamo! Desvendemos o enigma. Desnuda-te, Ísis! Para mim, Hellen Keller representa o esforço da humanidade no seu surto perpétuo para a luz! Hellen Keller é uma cega, surda-muda americana, autora de duas obras admiráveis, "The story of my life" e "The world I live in", livros cuja leitura produziu sobre meu espírito de filósofo profunda impressão poética. Essa mulher lê, no original, Shakespeare, Goethe, Molière, freqüenta museus, exposições, fábricas, vendo com os dedos tão bem como nós; dança perfeitamente, orientada pela vibração trepidante dos instrumentos musicais no ar e no chão, pedala em bicicleta, sabe profundamente matemática, grego, latim, história, geografia, astronomia; desenha, redige artigos para a imprensa; costura, borda, monta a cavalo; é doutora em ciências jurídicas e sociais, tendo também feito com distinção o curso universitário; cantou num concerto uma ária popular; joga xadrez e todos os jogos possíveis; toca vários instrumentos; possui, pelas suas lucubrações filosóficas, idéias originais, do mais puro brilho, da mais clara elevação. Esta mulher assombrosa é uma nova Helena, tão bela, moralmente, quanto o foi pelo físico a inspiradora eterna. É para o cientista, empolgado por múltiplas cogitações, sequioso de adivinhar, oscilando continuamente entre a dúvida e a esperança, a chave mágica do enigma, da sabedoria hermética, do mistério da vida. Ela revela ser infinita a perfectibilidade, mas que o homem pode ter a coragem de sempre, e cada vez mais, corrigir a cegueira da natureza". (Ana Sullivan.)
Se ela, surda, muda, cega, pôde vencer, por que não o poderemos nós? Há um ditado que diz "que o pior cego é o que não quer ver".
Nós somos cegos conduzindo outros cegos; somos cegos porque nos falta otimismo, nos falta coragem para vencer. Eu já lhes demonstrei minha defesa; espero que de hoje em diante, os que me ouvem, nunca, em ocasião alguma, se dêem por vencidos em qualquer luta, em qualquer conflito da vida.
Texto Extraído do livro: Hei de Vencer, de Arthur Riedel
Nós criamos em torno de nós um problema, e cada um de nós tem um problema em sua vida. Fica dentro de si como o peru dentro do círculo de giz; não atina como sair dele. Cada pessoa que me procura — acho interessante — tem um caso complicado como nunca em sua vida. Para cada um o seu é o mais complicado. Cada um tem, em torno de si, a idéia de que não pode resolver seus próprios problemas.
É preciso criar uma atitude mental forte, uma atitude mental capaz de vencer. Aconselho essa frase "Hei de vencer", mas não queiram usá-la na hora da angústia, na hora da dificuldade; não queiram usá-la para determinado fim, porque eu sei de uma mocinha que pegou o "Hei de vencer" na hora de fazer um exame e o pôs dentro do caderno. Pode ser que vença, não sei; mas não é isso o que aconselho. "Hei de vencer" é obrigatório diante de tudo, diante de todos os conflitos da vida. Eu venci, de qualquer forma, e não me digam que o meu caso é diferente, porque sei que em qualquer aspecto podemos vencer. Em toda a história da força de vontade, a página mais brilhante que conheço é a do "Abre-te, Sésamo", de Hellen Keller.
"Deslumbramo-nos. Abre-te, Sésamo! Desvendemos o enigma. Desnuda-te, Ísis! Para mim, Hellen Keller representa o esforço da humanidade no seu surto perpétuo para a luz! Hellen Keller é uma cega, surda-muda americana, autora de duas obras admiráveis, "The story of my life" e "The world I live in", livros cuja leitura produziu sobre meu espírito de filósofo profunda impressão poética. Essa mulher lê, no original, Shakespeare, Goethe, Molière, freqüenta museus, exposições, fábricas, vendo com os dedos tão bem como nós; dança perfeitamente, orientada pela vibração trepidante dos instrumentos musicais no ar e no chão, pedala em bicicleta, sabe profundamente matemática, grego, latim, história, geografia, astronomia; desenha, redige artigos para a imprensa; costura, borda, monta a cavalo; é doutora em ciências jurídicas e sociais, tendo também feito com distinção o curso universitário; cantou num concerto uma ária popular; joga xadrez e todos os jogos possíveis; toca vários instrumentos; possui, pelas suas lucubrações filosóficas, idéias originais, do mais puro brilho, da mais clara elevação. Esta mulher assombrosa é uma nova Helena, tão bela, moralmente, quanto o foi pelo físico a inspiradora eterna. É para o cientista, empolgado por múltiplas cogitações, sequioso de adivinhar, oscilando continuamente entre a dúvida e a esperança, a chave mágica do enigma, da sabedoria hermética, do mistério da vida. Ela revela ser infinita a perfectibilidade, mas que o homem pode ter a coragem de sempre, e cada vez mais, corrigir a cegueira da natureza". (Ana Sullivan.)
Se ela, surda, muda, cega, pôde vencer, por que não o poderemos nós? Há um ditado que diz "que o pior cego é o que não quer ver".
Nós somos cegos conduzindo outros cegos; somos cegos porque nos falta otimismo, nos falta coragem para vencer. Eu já lhes demonstrei minha defesa; espero que de hoje em diante, os que me ouvem, nunca, em ocasião alguma, se dêem por vencidos em qualquer luta, em qualquer conflito da vida.
Texto Extraído do livro: Hei de Vencer, de Arthur Riedel
domingo, 7 de agosto de 2011
MULHERES
"APENAS OS FRACOS CULPAM O PASSADO PELOS ERROS QUE COMETEM NO PRESENTE. OS FORTES RECONHECEM OS EFEITOS DO SEU PASSADO E SEGUEM EM FRENTE. E TODOS SOMOS LIVRES PARA ESCOLHER SE QUEREMOS SER FORTES OU FRACOS."
SOMOS MULHERES PODEROSAS,FRACAS, CIUMENTAS, CONFIANTES, FELIZES, TRISTES, ALTAS, BAIXAS,...... MAS TODAS NOS SOMOS DIFERENTES MAS CADA UMA TEM UMA BELEZA INCOMPARÁVEL.
Beijocas millllllll. ANA ELISA.
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